Murtosa – Viena: Dia 1

Segunda, 9 de Junho de 2014

Era o começo da jornada. Não acordamos muito cedo, pois havíamos ido dormir um pouco tarde. De manhã ainda ficamos na Murtosa, primeiramente um café da manhã caprichado na família Matos, como sempre fomos muito bem recebidos.

Depois do café, tive o primeiro trabalho de mecânico (fuleiro) na Brasilia: instalar a tomada para acender cigarros para podermos usar o GPS durante o trajeto, questão de 10 minutos estava pronto. Ajeitamos as malas, vinhos, cesta de comida parte no porta-malas e parte no banco de trás. Havia espaço suficiente para todos nós confortavelmente.

Já havia recebido as chaves da Leopoldina na noite interior. O Domingos teve o capricho de me presentear um chaveiro novinho com o símbolo da VW e chaves reserva, que o carro não tinha.

Eu iniciei a viagem dirigindo. A primeira impressão foi ótima, bancos confortáveis, direção precisa sem folga. O motor tinha um pouco de barulho de lata. O motor pega de primeira. Demorei um pouco para me acostumar com o freio, bastante duro se comparar com um carro moderno. Tinha também um pouco de cheiro de gasolina, que pudemos constatar posteriormente ser a tampa do tanque com a vedação de borracha envelhecida.

No primeiro trecho discutimos sobre como seria a viagem. Resolvemos tentar realizar a façanha de chegar em Viena em 3 dias, na quarta-feira dia 11/06. Sabíamos que seria difícil, mas se tudo corresse bem, seria possível. Assim chegaríamos a tempo de ver Brasil x Croácia e a tempo de recepcionar mais pais, que estariam vindo do Brasil.

A primeira perna da viagem eu dirigi uns duzentos e poucos quilometros até sairmos de Portugal. Muito bonita a paisagem de Portugal. Bastante pedras e montanhas na região que passamos. O Tiago guiou depois de mim até o almoço em Salamanca.

Enquanto o Tiago dirigia, passamos por um caminhão com uma bandeira do Brasil. Quando olho do retrovisor vejo o motorista extasiado vendo nossa Brasilia passando, ele tentando tirar foto com o celular enquanto tentava segurar o volante.

A tarde foi a vez do Domingos dirigir, e logo ao partir notamos que o motor de arranque não funcionava. As luzes ligavam, mas o bendix não acionava (Magnetschalter). Bom, o jeito era empurrar para ligar e assim o fizemos até chegarmos em Viena.

A impressão que tive da paisagem na Espanha era nada muito espetacular. Muita lavoura, muito plano, muito cheiro de adubo (cocô de vaca mesmo).

De noite eu fiz o último trecho até Zaragoza, onde dormimos a primeira noite em um hotel Ibis. Hora de descansar.

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Klaus Wagner

Viena, Áustria

http://www.wagnerk.com
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